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Editorial “Queen Cara” da Vogue Austrália!

Andei sumida, eu sei! Mas vou tentar continuar com nossos posts com mais frequência, prometo!

Como de costume, hoje é dia de Editorial no Manual Fashionista!

O editorial de hoje é o “Queen Cara” da Vogue Austrália, estrelado por Cara Delevingne, fotos de Benny Horne e styling de Christine Centenera.

Ele tem uma pegada campo e retrada a Cara como rainha! E as sobrancelhas dela não deixam de dar um ar rock and roll! Podem achar que sou louca, mas é isso que eu vejo!

Olha só:

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E aí, o que você achou?

Me conta aqui nos comentários!

Beijosss,

Bia

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Editorial e Capa da Elle França de Agosto

Gente, amei esse editorial não só pela moda, mas pela modelo também. Doutzen Kroes foi fotografada por Thomas Whiteside, com styling de Tamara Taichman.

Ela traz um drama profundo para cada foto e não está igual em nenhuma foto, pode reparar! Até as fotos sorrindo têm uma coisa a mais que nos atrai e nos deixa um pouco hipnotizados!

É um editorial longo (20 fotos!), mas vale muito a pena:

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Editorial Vogue México com Candice Swanepoel

Quando eu trabalhava como produtora de moda tive o prazer de trabalhar com a top / angel Candice Swanepoel, a sul-africana mais linda que você já viu na vida! Aliás, a modelo mais linda com quem trabalhei, incluindo nessa conta Raquel Zimmermann, Isabeli Fontana, Joan Smalls, Freja Beha, etc!

Ela é tão linda que você fica deprimida só de olhar pra ela, mas não tem raiva, porque ela é um amor de pessoa!!!

Sendo assim, eu não poderia deixar de compartilhar com vocês esse editorial lindo, chamado “Espíritu de Fogo”, que ela estrelou para a Vogue México de setembro, fotografada por Mariano Vivanco e styling de Sarah Gore Reeves.

Puro glamour, sedução e mulher fatal, olha só:

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Lana Del Rey – Blue Jeans

O clipe de hoje é o lindo clipe da Lana Del Rey para a música “Blue Jeans”.

Sou suspeita para falar dos clipes dela, gosto muito de todos e acho que ela sempre tenta inovar de um jeito pé no chão, bem diferente da Lady Gaga por exemplo.

Esse clipe explora a água em suas formas escuras e a também sensualidade dela e do “bad boy”, que vive o par romântico dela no clipe.

É o exemplo perfeito de um clipe que tem harmonia com o perfil da artista, com a música, tudo conversa entre si e esse é o mais bonito de se ver nesse clipe. Além da própria Lana Del Rey e sua voz incrível.

Olha:

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Crônica: Aprender ou “desaprender”?

Conforme  a gente vai crescendo, vai aprendendo milhões de coisas todos os dias. Os bebês aprendem a segurar a própria cabeça e o próprio corpinho, ficam “durinhos”, aprendem a chupar o dedo e logo depois a colocar qualquer coisa em seu alcance na boca. Depois aprendem a rir, gargalhar, brincar, engatinhar, andar (na verdade antes eles aprendem a correr), falar… E assim por diante, com escadas, obstáculos, bicicletas, brincadeiras, etc.

Como criança aprendem a ler, escrever, brincar e fazer atividades na escolinha. E aí é que está o grande X da questão: começam a se relacionar! A dividir, conversar, brincar, brigar e cuidar. Aprendem a ser solidários ou não, a serem bons ou não, observam e seguem exemplos.

Na adolescência tudo vira de cabeça pra baixo, tudo que se quer é ser adulto e fazer 18 anos, mas ao mesmo tempo tudo que fazemos é agir como crianças! Todas as descobertas, novos mundos e todas, absolutamente todas as possibilidades! Os amigos são tudo para nós, os pais são nossas barreiras e os amores (em sua grande maioria, platônicos – que hoje sabemos ser paixonites), são mais importantes que tudo no mundo.

Não sei se existe uma época em que aprendemos mais, mas com certeza – pelo menos pra mim -, a adolescência foi a época em que aprendi menos! Só comecei a aprender a viver mesmo na vida adulta, e não pense que terminei de aprender.

Aí é que muda tudo mesmo. Quando viramos “adultos”, parece que viramos o Homem Aranha de repente: “With great power comes great responsability”. Ou, “com grande poder, vêm grandes responsabilidades”, algo assim traduzido ao pé da letra.

Aparecem todas as responsabilidades do mundo, que nunca nem pensamos que existiam! Durante a faculdade é claro que não estamos muito preocupados com elas. Afinal, se der merda, o papai ou a mamãe podem me ajudar, me resgatar, pagar pra mim ou algo do tipo. Aí você termina a faculdade com méritos – ou não, ganha um anel ou um carro, ou no meu caso um: “Parabéns, já paguei toda sua faculdade e esse foi seu presente de formatura” (o que eu acho mais do que justo!) e se joga no mundo corporativo de procurar emprego, enviar currículos, pedir indicações, entrevistas, dinâmicas, períodos de experiência, até que finalmente, aparece o seu primeiro emprego!!! EEEE, todos comemoram! Só que não, né? Tirando algumas pessoas que têm MUITA sorte, o primeiro emprego é péssimo, você trabalha demais e ganha de menos e aprende na marra, porque ninguém tem paciência de ensinar o “novato”, que acaba se ferrando e aprendendo sozinho.

Enquanto encaramos a vida de verdade lá fora, vamos aprendendo milhões de coisas, macetes, jeitinhos brasileiros, aprendemos a falar “não” e muitas vezes esquecemos como se faz para dizer “sim”. Todo dia é um aprendizado diferente e temos que agradecer por estar vivos e aqui novamente, com certeza poderia ser muito pior.

Mas com todos esses aprendizados da vida toda, criamos vícios quase impossíveis de deixar pra trás como pequenas mentiras, esquecer de dar bom dia a alguns colegas de trabalho ou simplesmente ignorar uma grávida em pé no metrô simplesmente porque você está sentado no assento não preferencial.

Há algum tempo conheci alguém que me ensinou que esse tipo de coisa é muito importante sim, principalmente a história da mentira. Pequena mentira ou grande mentira, aprendi que tudo é mentira do mesmo jeito e, igual a qualquer mentira, tem perns curtas e vai acabar machucando alguém, etc etc etc. Foi aí que eu me toquei: eu preciso aprender a falar a verdade com coisas pequenas, ou preciso desaprender a mentir?

Porque quando se é criança por exemplo, não tem problema algum em avisar a quem for preciso, numa sala cheia de gente, que se quer fazer cocô. Mesmo porque se ela não avisar ficará esquecida no banheiro por um bom tempo, até gritar: “mãããe, acabei!!!”.

Então por que hoje em dia é tão difícil ser sincero? Por que mascarar tudo isso com “preciso ir ao banheiro, com licença.”? Tá, tudo bem que tem a questão da etiqueta e tudo o mais, mas isso acaba sendo uma pequena mentirinha. Qual o motivo de termos tanta dificuldade em perdermos a mania de fazer certas coisas na vida?

Desaprender a mentir é uma delas, como tantas outras! Na vida adulta, passamos a precisar desaprender mais do que aprender, eu acredito. Desaprender a achar sua mãe uma chata, desaprender a falar pra aquele amigo que tem compromisso, quando na verdade você quer mesmo é ficar em casa com seu edredom e seu chocolate quente e, qual o problema nisso? Desaprender a ficar longe da sua avó, porque ela não vai estar aqui por muito tempo, desaprender a ser egoísta, desaprender a falar tantos “não” e desaprender a machucas as pessoas com coisas que parecem pequenas. Aliás acho que essa deveria ser a palavra da vez. Sim, é uma palavra, eu chequei no dicionário e sua definição exata é:

DESAPRENDER, v. t. Esquecer (aquilo que se sabia).

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Drew Barrymore para C Magazine

A Drew Barrymore posou para um lindo e romântico Editorial para a C Magazine de Setembro!

Para quem não conhece, a C Magazine é uma revista americana inspirada no estilo californiano de ser, daí a letra “C”. Se quiser saber mais, clique aqui.

A linda Drew Barrymore foi fotografada por Diego Uchitel, com edição de moda de Jessica de Ruiter, cabelo de John D e make de Debra Ferullo.

Dá uma olhada:

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